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A qualidade na ficção seriada lusófona

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Gabriela Borges
Daiana Sigiliano

Resumo

Este artigo aborda a questão da qualidade discutida em relação à ficção seriada, procurando atualizar os debates anglo-saxão e lusófono que têm sido empreendidos desde os anos 1980. São analisadas as produções Beat Girl (2013) da produtora portuguesa beActive, e Latitutes (2013), do canal TNT no Brasil. As duas produ- ções lusófonas estudadas exploram os universos ficcionais em multiplataformas, a hibridização de linguagens e procuram aprofundar o desenvolvimento do enredo apostando em camadas imersivas que permitem o interesse e o engajamento do público, que tem várias portas de acesso às obras. A qualidade, assim, passa a ser discutida a partir das características intrínsecas às produções, que as diferenciam no mercado lusófono pelos seus modos de produção e distribuição, além da própria narrativa, e promovem a reflexão sobre os novos contornos que os produtos culturais têm adquirido num cenário de convergência de mídias. Palavras-chave: qualidade na televisão; ficção seriada; Latitudes, Beat Girl.

Palavras-chave: qualidade na televisão; ficção seriada; Latitudes, Beat Girl.

Leia o artigo na íntegra: http://www.labcom-ifp.ubi.pt/livro/293

Os Universos Ficcionais Transmídia e a Cultura Participativa – Análise da Complexidade Narrativa de O Rebu e sua Repercussão no Twitter

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Gabriela Borges
Daiana Sigiliano 

Resumo

Este artigo discute aspectos da relação entre a cultura participativa e a criação de universos ficcionais transmídia do remake da novela O Rebu, exibida na Rede Globo em 2014, analisando elementos da complexidade narrativa da novela que foram utilizados pelo público no Twitter. O engajamento do público pode ser visto por meio da criação de perfis fictício de personagens que primam pela produção de conteúdos intertextuais que são postados durante a exibição da novela. Esta forma de engajamento, que denominamos como uma das práticas da social TV, tem crescido exponencialmente nos últimos anos, principalmente em relação às ficções televisivas. Assistir ao episódio e comentar no Facebook e/ou no Twitter tem sido uma das ações mais comuns atualmente. Sendo assim, ressaltamos o diálogo empreendido pelo público que incorpora a complexidade narrativa da novela de tal modo que a subverte, além de expandir o universo ficcional por meio das relações intersemióticas que são empreendidas pelos conteúdos intertextuais criados pelos perfis fictícios de personagens.

Palavras-Chave: Ficção Seriada; Twitter; Social TV; O Rebu

Leia o artigo na íntegra: http://www.socine.org.br/livro/televisao2015.pdf