Observatório da Qualidade no Audiovisual

Análise Barbie

Por: Carolline Lira, Julia Rezende, Helena Pereira, Sandra Amâncio, Yasmin Maciel

Produzida pela Mattel em 1959, a Barbie evoluiu além de sua visão inicial como um simples brinquedo para se tornar um símbolo capaz de representar e moldar as aspirações de gerações de meninas no mundo todo. Desde sua criação, a Barbie passou por constantes reinvenções, não apenas nos aspectos da moda, como também nas atividades que representa. Este estudo propõe uma análise semiótica das representações de profissões na linha de bonecas Barbie, focando nas narrativas que as bonecas transmitem em diferentes contextos históricos. Ao longo das décadas, as profissões atribuídas à Barbie foram mudando conforme os desenvolvimentos históricos, passando de estereótipos tradicionais a ocupações que desafiam normas de gênero, como astronauta, presidente e engenheira. Essa evolução, por sua vez, não é apenas uma atualização dos produtos e/ou coleções, ela vai além e reflete mudanças sociais complexas, como, por exemplo, a crescente presença das mulheres em diversas áreas do mercado de trabalho.

A proposta deste trabalho é, portanto, não apenas observar as profissões que Barbie representa, mas também investigar como essas representações dialogam com os contextos socioculturais de suas respectivas épocas. Com isso, por meio de uma análise semiótica, busca-se identificar as mensagens presentes nas narrativas construídas em torno das profissões escolhidas e analisar como elas podem influenciar a formação da identidade e as expectativas e anseios das meninas que brincam com as bonecas Barbie.

Para a realização deste trabalho, foi levantado um questionamento: ”Como a representação de profissões na linha de bonecas Barbie evoluiu ao longo do tempo, refletindo os contextos sociais e culturais em que foram lançadas, e quais narrativas semióticas emergem dessa evolução?”. Com isso, este estudo busca não apenas entender a transformação da Barbie enquanto ícone cultural, mas também identificar suas implicações na forma como as meninas percebem suas próprias possibilidades de carreira e identidade. Desse modo, ao entender a evolução das representações de profissões na linha de bonecas Barbie, poderemos refletir também sobre o papel dos brinquedos na formação de valores e anseios, possibilitando um diálogo sobre o papel da mulher na sociedade. Para ilustrar essa evolução, analisaremos três representações emblemáticas da Barbie ao longo de diferentes décadas: a Barbie Astronauta, de 1965, a Barbie Presidente, de 1992, e a Barbie Engenheira Robótica, de 2018. Cada uma dessas bonecas não representa apenas uma profissão, mas também encapsula as aspirações e desafios enfrentados pelas mulheres em suas respectivas épocas. A linha Barbie Profissões possui certa relevância social, pois promove a diversidade de papéis e incentiva o empoderamento feminino, além de valorizar a educação e o trabalho. Ao permitir que as crianças, especialmente as meninas, se imaginem em diferentes carreiras, elas desafiam estereótipos de gênero e ampliam suas perspectivas sobre o futuro. Assim, muda-se a ideia de que certas carreiras são exclusivas de homens ou mulheres, abrindo, assim, espaço para novas possibilidades.

A análise dessas três representações da Barbie ao longo do tempo ilustra a evolução das profissões femininas e as mudanças nas narrativas sociais que as cercam. Cada boneca, inserida em seu contexto histórico, reflete as aspirações, os desafios e as conquistas das mulheres em um mundo em transformação. Ao longo desta investigação, espera-se não apenas entender melhor a trajetória da boneca Barbie como um ícone cultural, mas também as implicações mais amplas das representações de gênero nas narrativas de carreira que moldam as identidades e as ambições das meninas de hoje.

Apresentação do objeto de investigação

Inicialmente, a Barbie foi inspirada na boneca alemã Bild Lilli. Produzida entre 1955 e 1964, Bild Lilli foi uma personagem criada em 1952 pelo ilustrador Reinhard Beuthien com a finalidade de preencher, através de tiras de banda desenhada, espaços vazios de um jornal que tinha como nome Bild-Zeitung. Bild Lilli era uma personagem provocante que perseguia homens ricos com vista ao sucesso e ao dinheiro, tornando-se numa figura feminina muito ousada para a sua época. Bild Lilli representava uma secretária independente e desinibida, que usava a sua beleza para se relacionar com homens mais velhos por dinheiro. Ainda na Alemanha, a O&M Hausser produziu cerca de 130 mil unidades da boneca Bild Lilli. No entanto, não era uma boneca voltada para as crianças, mas sim para adultos, e continha uma conotação erótica. Era vendida, por exemplo, em tabacarias e bares e dada como presente a adultos. Numa viagem à Suíça em 1956, a futura criadora de Barbie, Ruth Handler, ficou impressionada com a aparência adulta da boneca e acabou por comprar umapara levar para os Estados Unidos. Foi através da excelente aceitação por parte da sua filha que Ruth viu o potencial que a boneca tinha, resultando assim no lançamento da boneca Barbie em 1959. Tornando-se um sucesso imediato, a Barbie vendeu mais de 350 mil unidades só no primeiro ano de lançamento e, em 1964, a Mattel adquiriu os direitos da Bild Lilli, consolidando a transição para a Barbie.

A jornada da boneca Barbie ao longo de sua história pode ser vista como uma oportunidade de refletir sobre o papel da mulher na sociedade e as atualizações deste papel ao longo dos anos. Com cerca de 180 profissões diferentes, a linha de bonecas Barbie sempre a retratou desejos da sociedade na época e, ao longo dos seus 64 anos de história, houve muitas mudanças significativas para a construção da marca que conhecemos hoje.

As coleções da Barbie normalizaram a figura feminina em profissões predominantemente masculinas. Se as meninas sonhavam em ir à lua, a Barbie Astronauta (de 1965) foi antes mesmo do homem, se tornando uma das primeiras bonecas a ter uma profissão científica. Foi cirurgiã em 1973, CEO em 1985, pilota da Força Aérea em 1991, presidente dos EUA em 1992 e bombeira em 1995, profissões essas que muitas vezes são categorizadas por membros da sociedade como “profissões masculinas’’. 

Nos últimos 10 anos, a Barbie assumiu novas profissões que demonstraram o esforço da marca em refletir temas mais modernos ao incluir áreas antes pouco associadas às mulheres, como tecnologia, ciência e liderança. Engenharia de computação, engenharia robótica e desenvolvimento de jogos são alguns dos exemplos de carreiras incluídas.

Barbie Astronauta

Introduzida em um momento em que o espaço começava a fascinar o público, a Barbie Astronauta de 1965 apareceu em um cenário de elevado otimismo tecnológico e de exploração. A corrida espacial entre os EUA e a União Soviética acontecia intensamente, e a introdução de uma boneca astronauta simbolizava uma perspectiva crescente de uma nova profissão para as mulheres, enquanto desafiava os papéis de gênero efetivamente. Embora a noção de mulheres em carreiras científicas ainda fosse recente, a Barbie Astronauta trouxe uma mensagem de empoderamento, insinuando que as meninas poderiam buscar profissões em áreas anteriormente controladas por homens. Essa representação, no entanto, também demonstrava uma perspectiva restrita, visto que a maioria das mulheres ainda encontra obstáculos consideráveis ​​para ingressar em campos de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Barbie Presidente

Em 1992, a Barbie Presidente foi introduzida em um cenário de maior inclusão de mulheres na política e em papéis de liderança. Nos anos 1980 e 1990, as mulheres passaram a assumir posições de destaque em diversas áreas da sociedade, inclusive na política. A Barbie Presidente não só representava essas transformações, mas também incentivava as meninas a sonharem com profissões em liderança e administração. Esse progresso, no entanto, ainda enfrentou oposição, demonstrando que, mesmo com as melhorias, as mulheres persistiam na busca por equidade em uma área tradicionalmente controlada por homens.

Barbie Engenheira Robótica

Por fim, o lançamento, em 2018, da Barbie Engenheira veio como forma de reconhecer a importância das mulheres nesse campo em um momento em que a tecnologia e a inovação estavam em evidência. A escolha dessa profissão específica mostra um esforço consciente da Mattel para abordar as lacunas de gênero em áreas como robótica e engenharia, incentivando a próxima geração a se interessar por STEM desde cedo. A narrativa semiótica dessa representação é poderosa, transmitindo não apenas a ideia de que as mulheres podem ser engenheiras, mas também que elas são parte integrante do futuro tecnológico do mundo. Essa boneca é um exemplo de como a Barbie evoluiu para se tornar mais um agente de mudança social, promovendo maiores discussões sobre inclusão e diversidade nas representações de profissões.

Análise das imagens escolhidas

Barbie Astronauta

 

Quando a Mattel lançou a Barbie Astronauta, em 1965, veio a estimular meninas a ambicionarem para a sua vida mais do que as atividades domésticas ou as profissões que na época eram consideradas aceitas para o gênero feminino. A lei dos Direitos Civis de 1964, legislada nos EUA veio a conceder igualdade de direitos civis e trabalhistas a todos os seres humanos, independentemente da raça, sexo, nacionalidade, religião e identidade de gênero. Mas numa sociedade de hábitos e costumes, muitas vezes não basta que as leis sejam aprovadas para que os direitos sejam garantidos.

Em 1965, um ano após a aprovação da lei dos Direitos Civis, a Mattel veio reforçar esta conquista para as mulheres ao lançar a Barbie Astronauta. Nesse contexto, a Barbie Astronauta, como signo, pode representar a evolução da conquista dos direitos de igualdade de gênero, assim como a aspiração das mulheres por carreiras profissionais na área científica. Isso abre caminho para que muitas mulheres, na fase da sua construção pessoal, possam aspirar por carreiras profissionais como a ciência e a exploração espacial, que na época eram ocupadas exclusivamente por homens.

A Barbie Astronauta, com o traje de viajante espacial, representa visualmente e diretamente a profissão de astronauta. Os elementos icônicos, como o capacete, as luvas e as botas espaciais, criam uma semelhança com a realidade da profissão e levam as crianças a se identificarem e a reconhecerem como um astronauta. Além disso, os elementos como o fato branco, o capacete, as luvas e as botas da boneca sugerem um ar sofisticado para a sua época e estabelecem uma relação direta com a tecnologia. Estes elementos servem como índices, apontando para o contexto da exploração espacial e da tecnologia.

Barbie Astronauta foi o primeiro lançamento feito pela Mattel de uma boneca que representava uma profissão que até a data só era ocupada pelo gênero masculino. Assim, o aspecto mais significativo deste lançamento reside na sua função simbólica, transmitindo assim a mensagem de que qualquer menina ou mulher poderiam aspirar a qualquer carreira profissional. Tendo em conta que estamos contextualizados numa época em que o papel da mulher estava  atribuído quase exclusivamente à vida doméstica e familiar ou a profissões com pouco destaque e representatividade, a Barbie Astronauta simboliza a busca pelo empoderamento feminino e pela igualdade de gênero.

Ao nível da qualidade, essa Barbie é, na sua essência, uma boneca, ou seja, um objeto que evoca ludicidade e imaginação. Ao nível do sentimento, a boneca convida a uma experiência estética e emocional no sentido em que representa o potencial de uma menina para tornar-se astronauta. Esta aspiração, em 1965, era inovadora e desafia estereótipos de gênero. A Barbie torna-se, assim, uma representação cultural de empoderamento feminino, transcendendo a função de símbolo como brinquedo, além de incentivar o interesse das crianças para a área científica e tecnológica. Ela evoluiu adaptando-se aos novos contextos sociais e culturais, contribuindo para a desconstrução de estereótipos e para inclusão. Desse modo, a boneca pode adquirir um significado simbólico inserido culturalmente que vai além da sua representação visual.

Barbie Presidente

 

O lançamento da Barbie Presidente, em 1992, ocorreu em um momento em que a presença da mulher  na política estava começando a ser mais discutida, especialmente pelo exemplo de figuras como Geraldine Ferraro, primeira mulher a ser indicada como candidata a vice-presidente de um grande partido nos Estados Unidos em 1984. Com o lançamento da Barbie Presidente dos Estados Unidos em 1992, a Mattel acabou por se posicionar como uma marca que apoiava o empoderamento das mulheres e sua participação em papéis de liderança. 

O empoderamento feminino, que está no cerne do objeto dinâmico, é essencial para inspirar meninas a sonharem alto e a acreditarem em sua capacidade de alcançar posições de liderança. Ao apresentar uma imagem de uma mulher em um cargo alto, a Barbie Presidente desafia as normas tradicionais e sugere que o sucesso não tem gênero.

Os trajes formais (como terninhos) e acessórios típicos de liderança política representam a figura de uma mulher em uma posição de poder político, tangível na materialidade do produto. Essa representação imediata, visível e concreta, direciona o olhar do consumidor para o papel de liderança feminina, facilitando a associação entre o produto e o imaginário de uma mulher ocupando cargos de destaque, como a presidência. A escolha de seu traje, postura e acessórios não são meros detalhes; são elementos cuidadosamente pensados que transmitem uma mensagem de força e competência. 

Nesse contexto, a ideia que a boneca busca capturar ou evocar envolve conceitos mais profundos, como por exemplo o empoderamento feminino, a luta pela igualdade de gênero, as mudanças sociais em curso na época e as reivindicações feministas. A sua presença no mercado não apenas reflete uma mudança nas representações de gênero, mas também serve como um catalisador para conversas mais amplas sobre o papel das mulheres em posições de poder e a necessidade de uma sociedade mais equitativa.

Barbie Engenheira Robótica

A Barbie Engenheira Robótica alinha-se ao contexto de um cenário global cada vez mais orientado pela tecnologia, pela inovação e pela busca de igualdade de gênero nas carreiras STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Lançada em 2018 pela Mattel, essa versão da Barbie surgiu como uma resposta para importantes questões sócio-históricas e tecnológicas da atualidade, refletindo o aumento do protagonismo das mulheres em áreas antes dominadas por homens e inspirando as novas gerações a participarem ativamente dos avanços científicos, robóticos e da inteligência artificial.

Em união à organização norte-americana Black Girls Code, a Barbie Engenheira Robótica foi disponibilizada em diferentes versões físicas com quatro tons de pele distintos. Essa parceria fez com que o lançamento da boneca fosse também uma iniciativa de conscientização. Essa pluralidade ocorreu pela ideia de se romper a noção histórica de um padrão único de beleza e identidade feminina, propondo que a engenharia e a tecnologia sejam espaços acessíveis e representativos para mulheres de diversas origens.   

Lançada em um contexto de intensa discussão sobre igualdade de gênero,  representatividade e necessidade de modelos femininos em áreas de tecnologia e em um cenário de movimentos e debates a respeito da desigualdade no ambiente corporativo e educacional, a Barbie Engenheira Robótica surge como um produto em um momento histórico que busca redefinir o papel das mulheres na sociedade e nas áreas de inovação. 

A associação à profissão dessa boneca é feita por meio de elementos visuais como as roupas, os acessórios tecnológicos (como um robô ou laptop) e sua postura profissional, que juntos simbolizam a figura da engenheira e reforçam a associação com a inovação, a ciência e a tecnologia. Esses atributos qualitativos impactam o interpretante ao sugerirem competência, modernidade e empoderamento. A roupa — geralmente composta por um jaleco estilizado, óculos ou itens tecnológicos, como um laptop ou robô em miniatura — imediatamente evoca a ideia de uma engenheira.

Esses elementos visuais não só representam de forma direta a profissão, como também dialogam com o estereótipo positivo de inovação e tecnologia. É uma forma de apresentar a figura da mulher engenheira de maneira acessível às crianças, permitindo que mesmo quem não tenha contato direto com o mundo da engenharia consiga reconhecê-la. Tenta-se, portanto, criar uma ponte de reconhecimento imediato com a ideia de “tecnologia” e “feminilidade na ciência”. Apesar do caráter positivo, essas características também podem ser questionadas por reproduzir um visual esteticamente padronizado, típico da Barbie. Isso pode levantar reflexões sobre como isso reflete as expectativas culturais sobre feminilidade no contexto profissional.

O nome “Barbie Engenheira Robótica” é, por si só, um símbolo carregado de significados. A palavra “engenheira” tem um peso cultural: ela simboliza conhecimento técnico, inovação, e, por vezes, um espaço tradicionalmente masculino. Associar essa palavra à Barbie — uma marca historicamente vinculada à feminilidade e, em certos momentos, a estereótipos de gênero — cria um contraste simbólico que desafia ideias antigas de quem pode ocupar esses papéis. Além disso, a marca Barbie carrega um simbolismo histórico: ela já foi criticada por promover padrões de beleza irreais, mas também elogiada por evoluir e incorporar temas que celebram o empoderamento feminino. 

Portanto, o símbolo da Barbie Engenheira Robótica não é neutro, mas sim depende do contexto em que é interpretado. Para algumas pessoas, a boneca representa avanço e inclusão, enquanto, para outras, pode simbolizar um esforço superficial ou comercial de adaptação a discursos progressistas. Esse simbolismo múltiplo reflete a complexidade do signo cultural.

A Barbie Engenheira Robótica se torna parte de um sistema cultural que debate questões como representatividade, feminismo, inclusão e inovação. É nesse nível que o significado da boneca transcende sua materialidade e se conecta a narrativas culturais maiores. É na terceiridade semiótica onde os debates mais profundos acontecem: será que a boneca realmente inspira mudanças ou apenas reflete tendências culturais já em andamento? Nesse sentido, ela pode ser vista tanto como um reflexo das aspirações contemporâneas quanto como um elemento ativo que contribui para transformar a forma como meninas percebem seu lugar no mundo.

Conclusão

A representação de profissões na linha de bonecas Barbie evoluiu ao longo do tempo, acompanhando as transformações sociais e culturais que marcaram cada período. Desde a Barbie Astronauta, lançada em uma época de crescente exploração espacial e movimento pelos direitos civis, até a Barbie Presidente, que reflete um contexto de luta pela igualdade de gênero e participação política das mulheres. Finalmente, a Barbie Engenheira Robótica surge em uma era de valorização da presença feminina em áreas tecnológicas, representando as mudanças nas expectativas e aspirações para as mulheres. 

Ao explorar as narrativas que essas bonecas transmitem, observamos como cada profissão reflete as transformações sociais e as aspirações das mulheres em momentos específicos da história. A Barbie, como signo, não apenas representa essas profissões, mas também pode contribuir para a construção de um imaginário coletivo que molda as expectativas das meninas em relação às suas próprias possibilidades de carreira e identidade. As narrativas semióticas que emergem dessa evolução mostram como a Barbie pode ser interpretada não apenas como um brinquedo, mas como um veículo de representação simbólica, reforçando ideais de empoderamento, inclusão e possibilidade.

Referências:

A Estratégia REVELADA Para o SUCESSO De Décadas – A História da BARBIE – YouTube

Barbie 60 anos: A trajetória da boneca mais famosa do mundo

Barbies já foram para o espaço, de verdade; veja bonecas na estação espacial da Nasa | CNN Brasil

Lei dos Direitos Civis de 1964 – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigos/mattel-lanca-barbie-engenheira-robotica-para-atrair-raparigas-para-o-mundo-da-programacao

Observatório da Qualidade no Audiovisual

Comentar