Por Millena Gonçalves C. dos Santos
Revisão: Júlia Garcia
A série de ficção científica O Problema dos 3 Corpos, produzida pela Netflix, usa de aspectos característicos do gênero narrativo para tensionar grandes questões da humanidade, como os paradigmas da ciência, a angústia diante do desconhecido, a crise climática e o uso da tecnologia vinculado ao fazer científico. De uma forma parcialmente linear, a narrativa perpassa duas linhas temporais principais: Mongólia Interior, região autônoma no norte da China, entre os anos de 1966 e 1967 e a cidade de Londres (Inglaterra) em 2024.
A produção é baseada na trilogia literária de ficção científica do autor chinês Liu Cixin, composta pelas obras O Problema dos 3 Corpos (2016), A Floresta Sombria (2017) e O Fim da Morte (2019). Dos criadores David Benioff, D. B. Weiss, Alexandre Woo, a obra foi lançada em março de 2024, contendo 8 episódios de, em média, 60 minutos. Com o sucesso do lançamento da série, bem recebida pelo público, a Netflix anunciou ainda em 2024 a renovação para a segunda e a terceira temporada, ainda sem data definida para o lançamento oficial.
O enredo mostra que, na China, durante a Revolução Cultural, um grupo de militares da Base Costa Vermelha estruturou uma equipe científica para desenvolver e operar um aparato comunicativo para transmissão de mensagens para o espaço sideral, captando as melhores e os melhores cientistas para o serviço, incluindo a jovem Ye Wenjie (Zine Tseng). Quase 60 anos depois, em 2024, outro grupo de cientistas da Universidade de Oxford, em Londres, deparou-se com resultados impossíveis de pesquisas desenvolvidas por anos, como se a ciência conhecida e desenvolvida pela humanidade estivesse em declínio e todos os conhecimentos adquiridos estivessem baseados em falsas premissas. Somado à estranheza do momento, cientistas de diferentes áreas de conhecimento questionam a pertinência da ciência e, com a frustração da incerteza dos estudos desenvolvidos durante toda a vida, começam a atentar contra a própria vida, incluindo a importante cientista Vera Ye (Vedette Lim), filha de Ye Wenjie.
Com o cenário complexo no campo científico e as investigações de autoridades sobre as mortes das cientistas, Mike Evans (Jonathan Pryce) começa a se comunicar através de ondas de rádio com o que ele considera uma entidade, explicando detalhadamente a experiência humana na Terra e os comportamentos típicos dos seres humanos, incluindo o ato de mentir. O acontecimento é um estopim para que o ser que o responde – representado por uma voz feminina – entenda que a mentira abre precedente para que ela se comporte de forma diferente diante à humanidade. Assim, o primeiro ataque aos seres humanos feitos pelos San-Ti – espécie extraterrestre residente em um sistema trisolar – acontece através da destruição do barco em que Mike Evans está a bordo, e outras dezenas de pessoas, incluindo crianças. A humanidade encara o desconhecido potencialmente perigoso.
As narrativas ficcionais são importantes meios de propulsão de signos e instigam a movimentação do imaginário (Felinto, 2003). Segundo Suvin (1997), o gênero da ficção científica deve apresentar um novum – conceito referente à novidade – em sua narrativa, algo ou alguma coisa que remeta a uma inovação. Dentre as definições que cerceiam esse gênero narrativo, a que envolve o novum, além de ser mais flexível quanto à classificação de obras, possibilita pensar a ficção científica para além dos aparatos tecnológicos que compõem as narrativas. Já que o novum não precisa necessariamente ser um dispositivo, ele pode ser uma ferramenta, uma tecnologia ou, ainda, apenas um indício de inovação que interliga a realidade social ao mundo ficcional.
Na análise do plano da expressão, consideramos os elementos estéticos que constituem a obra, como os recursos de áudio, fotografia, vídeo, edição e grafismo. Nesse primeiro momento, coletamos dados dos oito episódios da primeira temporada de O Problema dos 3 Corpos, pensando nos recursos visuais, sonoros, sintáticos e gráficos, pertinentes ao processo teórico-metodológico proposto. O foco nessa parte da análise serão os recursos de efeitos especiais audiovisuais usados na série, considerando que O Problema dos 3 Corpos é produzida pela Netflix, o que significa uma seguridade orçamentária em sua produção, possibilitando explorar mais técnicas visuais do que uma produção de ficção científica de menor orçamento.
Iniciaremos pelo código visual e pelo código sonoro, que fazem parte da encenação que mobiliza os aspectos do plano de expressão. Refletir sobre os efeitos sonoros dessa obra envolve compreender o uso de sons clássicos da ficção científica, ou seja, aqueles que aparecem desde obras mais antigas do gênero narrativo, comumente conectados à tecnologia representada, como, por exemplo, portas deslizantes, bipes suaves de um clique, o vácuo da ausência de ondas sonoras no espaço, entre outros (Santos, 2025).
Levando em conta a premissa básica da narrativa – o contato da humanidade com seres do espaço sideral – é esperado pelo espectador que haja múltiplas representações do espaço, e a série cumpre essa expectativa. O Universo é representado nos gráficos das telas dos computadores dos laboratórios, no projétil lançado pelos cientistas e da forma mais simples, como o céu visto a olho nu pelos seres humanos. Além disso, a ausência da propagação sonora fora dos limites do planeta Terra também é uma forma de explorar recursos para uma representação extradiegética.

Outro ponto de foco do uso de recursos visuais e sonoros se dá através do videogame do problema dos três corpos, o capacete brilhante de realidade virtual responsável pela simulação de uma realidade desconhecida pela humanidade. É um recurso visual reconhecido na diegese, os personagens interagem com curiosidade e espanto diante tamanha fidelidade com a realidade conhecida. É um novum em sua forma mais técnica de apresentação de tecnologia, considerando a característica tecno-científica de um videogame capaz de criar um gráfico tão perfeito que os jogadores conseguem experienciar os cinco sentidos humanos – audição, visão, olfato, tato e paladar.

Nessa primeira temporada, os San-Ti não aparecem de forma material, apenas mimetizados em corpos humanos, ou usando humanos adventistas – espécie de religião que cultua os extraterrestres – para se comunicarem. Os trissolaris, outra forma de referenciar a essas criaturas, é considerado aqui como um novum, já que representa uma ideia de nova civilização, ainda que não use de recursos visuais e sonoros extraordinários. Foge da estereotipia da representação do ET na ficção científica: criaturas verdes, cobertas por uma camada de gosma, olhos grandes, três dedos na mão etc. A monstruosidade alienígena está na ameaça de invasão e destruição da humanidade.
A segunda parte da análise envolve o plano do conteúdo, que busca refletir sobre o conteúdo narrativo a partir de elementos como arcos narrativos e personagens. A apresentação da personagem Ye Wenjie é ambientada na China, ainda jovem em um trabalho precário cortando madeira e respondendo aos seus superiores do exército chinês, após presenciar o assassinato de seu pai em praça pública, um astrofísico condenado por ser contrarrevolucionário e defender premissas básicas da física – como a teoria da relatividade anunciada por Einstein. Descoberta por carregar livros também considerados contrarrevolucionários, Ye Wenjie é presa em solitária, até ser selecionada para compor a equipe científica da Base Costa Vermelha. A base militar, localizada no interior remoto da Mongólia (China), tem como objetivo central o desenvolvimento do aparato de comunicação extraterrestres, transmitindo sinais para o espaço até que se obtenha uma resposta.

A ênfase no arco narrativo de Ye Wenjie se justifica pela personagem fazer parte da composição de dois momentos centrais no desenvolvimento da narrativa: ela é responsável pela descoberta do amplificador de sinal (o sol), e pela resposta aos San-Ti que levaria a ameaça de invasão. A personagem é a peça-chave para que a história se desenvolva, levando a outros arcos narrativos – como o dos seres humanos que cultuam e adoram os extraterrestres como entidades e se posicionam contra os cientistas. Além de ser parte de um dos pontos centrais de fidelização do espectador (Berlim, 2014), que nessa série é a decisão do futuro da humanidade centrado nas mãos de uma única pessoa – Ye Wenjie foi notificada que responder ao sinal dos alienígenas significaria uma declaração de guerra à humanidade por parte deles –, abrindo possibilidades para a narrativa de ficção científica explorar as angústias humanas, as relações de poder, a empatia e o papel da ciência.
Isto leva ao segundo ponto de análise, a contagem regressiva, quando a personagem começa a enxergar os números até então desconhecidos. Agustina Salazar, chamada por Auggie (Eliza Gonzáles), renomada cientista na Universidade de Oxford em Londres, começa a enxergar números em tamanhos garrafais, tampando quase todo seu campo de visão, apresentando uma contagem regressiva. Ao mesmo tempo, seu companheiro cientista, Saul Durand (Jovan Adepo), tem sua pesquisa descreditada após seu experimento empírico dar errado. Após momentos de angústia e consultas com neurologistas, Auggie está na rua e é abordada por uma desconhecida, Tatiana Haas (Marlo Kelly), que se solidariza com a situação da contagem regressiva, sem que a cientista conte o que está passando.

O momento do encontro de Auggie com o desconhecido marca os primeiros sinais de ameaça direcionados à ciência. Tatiana recomenda que a cientista vá até o local marcado e olhe para o céu na hora marcada, e que pare imediatamente com seus projetos científicos, despedindo-se com a frase “você não quer que chegue no zero, nada bom acontece no zero”. No encontro marcado, o Universo “pisca”, todas as estrelas visíveis a olho nu se apagam e reaparecem, sinalizando em código os números da contagem regressiva vista por Auggie. A cientista é responsável pela inovadora pesquisa que envolve nanomateriais capazes de cortar com precisão os mais resistentes tipos de materiais. A contagem regressiva é, por sua vez, produzida pelos San-Ti, como uma ilusão de ótica que é embutida na mente humana. Isso indica, por um lado, a superioridade da tecnologia dos extraterrestres, e, por outro lado, o temor por parte deles que os seres humanos sigam desenvolvendo a ciência.
Por fim, há o paradigma da ciência. A série apresenta um tensionamento no campo científico: todas as pesquisas empíricas apresentam resultados diferentes do esperado e são impossíveis se baseadas no conhecimento humano da ciência. Após a ameaça da invasão dos San-Ti, no último episódio da série, os noticiários começam a anunciar a crise climática enfrentada no planeta Terra. Os veículos de comunicação são usados para legitimar a gravidade da crise e colocar em voga a questão: nós, seres humanos, conseguimos reverter a situação da Terra causada por nós mesmos?
Isso fomenta o argumento dos adventistas que são a favor da invasão alienígena, já que a premissa é que os seres humanos já não conseguem mudar o cenário mundial. O noticiário anuncia uma guerra declarada contra a Terra (imagem III), gerando o debate de como os descendentes da geração atual podem enfrentar os San-Ti dali a 400 anos.

Por outro lado, desafiando a ciência que parece estar fadada ao fracasso, Auggie, desiludida com as disputas de poder no meio científico, desempenha seu papel no interior do México, se baseando no que ainda acredita que a tecnologia pode fazer pela humanidade. Ela cria um dispositivo de tratamento de água para combater uma epidemia, sendo o México representado na estereotipia do país pobre, subdesenvolvido, sob luz sépia.

A série faz um jogo de narrativas com essa dualidade sem uma resposta definida – da ciência ruim e ciência boa, dos usos da tecnologia e dos conhecimentos técnico-científicos da humanidade. O elemento do alienígena é usado como uma peça na engrenagem dessa metáfora, como um desconhecido que não existe no “mundo real” que chega para colocar em voga os questionamentos intrínsecos à raça humana. Colocando, ainda, em perspectiva a ética e a moral do desenvolvimento da ciência.
A mensagem audiovisual está atrelada aos estímulos proporcionados pela obra e é baseado nos seguintes parâmetros: oportunidade (relevância dos temas); ampliação do horizonte do público (se as propostas trazidas ampliam o repertório cultural e estimulam discussões); diversidade (pontos de vista e diversidade de grupos sociais); estereótipo (formas de representação adotadas) e originalidade/criatividade. A partir disso, procura-se compreender até que ponto a obra audiovisual instiga ou não a reflexão do espectador acerca de temáticas pertinentes na sociedade.
A ficção científica enquanto gênero narrativo se propõe a conectar dois pontos centrais que a caracterizam: a ficção e a ciência. Isso implica considerar que essas narrativas são baseadas na conexão entre as linhas da realidade e da ficção, do mundo desconhecido com o conhecido, encaixando-se na premissa de reflexão sobre o mundo. O Problema dos 3 Corpos, como discorrido no tópico anterior nesta análise, gera uma discussão sobre o uso da ciência, a partir do tensionamento entre uma “ciência boa” – aquela usada em prol da humanidade, como o jovem Mike Evans buscando salvar uma espécie de pássaro em extinção enquanto ele ainda tinha esperança na humanidade – e uma “ciência ruim” – como o uso das nanotecnologias, desenvolvidas por Auggie, para serrar ao meio um navio cheio de pessoas. Essas discussões abordadas na série levam o espectador a questionar, por exemplo, os usos das ciências, das inovações tecnológicas e a hierarquia de poder existente no campo científico.
A série não se apega à tentativa de criação de tecnologias inovadoras ainda não descobertas no mundo real. Desde a própria teoria do problema dos 3 corpos da física, até a maioria dos aparatos tecnológicos mostrados – computadores, celulares, videogames de realidade virtual etc. –, a série se mantém fiel ao mundo conhecido por seus espectadores, o que nos leva ao parâmetro da ampliação do horizonte do público. Não é absolutamente necessário que se entenda sobre física para que se compreenda as questões fomentadas pela série, no entanto sua narrativa gerou debates em certos noticiários notórios, como matérias da BBC e CNN Brasil, que buscavam explicar o que é o problema dos 3 corpos na física (BBC, 2024; Pinotti, 2024). Dessa forma, se for do interesse do telespectador entender a ciência abordada na série, essas e outras reportagens podem contribuir para uma ampliação da compreensão da narrativa.
Algo similar acontece com as referências à Revolução Cultural na China. A primeira cena do episódio piloto mostra uma manifestação popular contra o pai de Ye Wenjie – Ye Zhentai (Perry Yung) – um professor e pesquisador de física, acusado de ser contrarrevolucionário. Ye Zenthai é executado em meio aos gritos de “abaixo as autoridades acadêmicas”. Mais tarde, no interior da Mongólia em 1967, a jovem Ye Wenjie recebe clandestinamente um livro considerado contrarrevolucionário pelas autoridades. O livro, Primavera Silenciosa (1962), escrito por Rachel Carson, fala sobre o futuro da humanidade no cenário de contínua devastação do meio ambiente, trazendo a mensagem “aqui, novamente, somos lembrados de que na natureza, nada existe sozinho”. Ao ser descoberto pelas autoridades, Ye Wenjie corre o risco de ser reportada e presa.
As referências à Revolução Cultural abordadas na série pode instigar o espectador a buscar mais informações sobre o acontecimento, ainda que não seja obrigatório para o entendimento, a narrativa busca fazer entendível para o público que não pretende interagir com a série para além do momento de assistir aos episódios. Alguns indícios da série parecem convidar o telespectador para conhecer um mundo novo que já está diante de seus próprios olhos, o que nos remete a frase da renomada autora de ficção científica Ursula Le Guin (2015, p.5): “a ficção científica não prevê; descreve”.
Em termos de diversidade no elenco, é importante recordar que se trata de uma adaptação do livro do autor chinês Liu Cixin, mas que, ainda que tenha cenas e certos arcos narrativos que são ambientados na China, a série é majoritariamente ambientada em Londres, na Inglaterra. Dentre os personagens, as escolhas das atrizes e dos atores apresenta uma certa diversidade em relação à nacionalidade – por exemplo, a atriz Eiza Gonzáles é mexicana, Jess Hong é neozelandesa e Rosalind Chao é norte-americana –, ainda que apenas Lan Ciya, que interpreta a personagem Wade, seja chinesa.
A série ainda brinca com certos diálogos estereotipados feitos pelos personagens, como na cena em que, em diálogo entre Jin e Augie, Jin pergunta se ‘o’ médico disse o que poderia ser a causa das visões da contagem regressiva vivenciadas pela cientista Auggie. Ela, corrigindo o artigo usado, diz que ‘a’ médica não soube dizer, ao que Jin percebe – assustada e um pouco sarcástica – que presumiu que quem estava atuando na profissão fosse um homem. A cena é descontraída e despretensiosa e remete a um erro comum, majoritariamente ligado ao machismo, de reproduzir estereótipos de gênero e presumir que as relações de poder estão ligadas à figura masculina.
As discussões sobre os paradigmas da ciência se tornam pauta coerente à agenda midiática contemporânea. O negacionismo científico, principalmente nos últimos cinco anos com a pandemia do Covid-19, é pauta que ainda reverbera e gera consequências, como, por exemplo, a queda da vacinação infantil acelerada em 2023, ano em que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) não atingiu a meta (UNICEF, 2025).
Outra discussão abordada pela série é o paralelo estabelecido entre ciência e religiosidade e, com o caso do enfraquecimento da ciência, a falta de explicação de ambos. Vera, no primeiro episódio da série, antes de pular de um precipício, pergunta a um colega de trabalho se ele acredita em Deus. A mistura dos campos científicos e da religião também aparece no momento em que é revelado que os San-Ti são adorados como deuses por uma pequena parcela da humanidade convocada a ajudá-los na invasão da Terra. Há, também, a chama do cigarro de Auggie acendida por uma desconhecida que diz “o Senhor tem um jeito melhor”. A troca da ciência pela religião faz entender que a crença na prosperidade da humanidade deve se basear no fundamentalismo religioso, já que uma comunidade alienígena é colocada em uma posição divina e de salvação para os seres humanos.
Por fim, trazemos uma reflexão que pode gerar possibilidades para futuras pesquisas sobre a série: como a Netflix adapta uma produção da literatura chinesa em termos de diversidade? Yuk Hui (2020) nos faz refletir sobre a tecnodiversidade e o próprio significado de tecnologia nas perspectivas do ocidente e do oriente, compreendendo que a visão que buscou apresentar a tecnologia como objetiva e universal não se instituiu. Assim, pensar a globalização como um processo coerente, progressivo e universal, ignora que sua construção foi feita através da “universalização de epistemologias particulares” (Hui, 2020, p. 15).
Referências
BELIM, C. Narrative Structure Analysis of the 2012 Nominees for Drama TV Series: What Does the Pilot Episode Reveal?. In MARINESCU, B.; MITU, B. (eds.), Contemporary Television Series: Narrative Structures and Audience Perception Cambridge: Scholars Publishing, 2014, p. 59-93.
FELINTO, E. Novas tecnologias, antigos mitos: apontamentos para uma definição operatória de imaginário tecnológico. Galáxia, n. 6, 2003.
HUI, Yuk. Tecnodiversidade. Ubu Editora, 2020.
LE GUIN, Ursula K. A mão esquerda da escuridão. São Paulo: Aleph, 2015.
SANTOS, Millena Gonçalves Constantino dos. Ficção Científica à Brasileira: a série 3% e as relações entre tecnologia, sonhos de utopia e os elementos da (tecno)cultura popular brasileira. 2025. 146p. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/18727. Acesso em 16 ago. 2025.
FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA (UNICEF). Brasil vive crise prolongada na vacinação infantil, apesar de melhora em 2023, mostra Anuário VacinaBR. Comunicação da UNICEF Brasil, Belo Horizonte, 17 jun. 2025. Disponível em: <https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/brasil-vive-crise-prolongada-na-vacinacao-infantil-apesar-de-melhora-em-2023-mostra-anuario-vacinabr>. Acesso em: 16 set. 2025.
BBC NEWS BRASIL. O que é o problema dos 3 corpos que virou sucesso em série da Netflix?. BBC News Brasil, [S.l.], 29 mar. 2024. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/clm7peggj52o>. Acesso em: 16 set. 2025.
PINOTTI, Fernanda. O que é o problema dos três corpos? Conheça o enigma matemático da série de TV. CNN Brasil. [São Paulo], 1 abr. 2024. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/o-que-e-o-problema-dos-tres-corpos-conheca-o-enigma-matematico-da-serie-de-tv/>. Acesso em: 16 set. 2025.












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